Domingo, 18 de Janeiro de 2009



H.N.O. - O NOSSO CANDIDATO EUROPEU

Domingo, 27 de Julho de 2008

Os traidores podem ter mil e um rostos mas por dentro são todos iguais a esta criatura.

Segunda-feira, 21 de Julho de 2008

Mais um que só agora parece ter descoberto a verdade!!!!!!

Do presidente da União Budista Dr. Paulo Borges:
Caras Amigas e Amigos,Passei hoje toda a manhã na Assembleia da República, para assistir à discussão da petição sobre os Direitos Humanos no Tibete, de que fui o primeiro subscritor e que obteve 11000 assinaturas. Mas não é disso que venho falar. Venho falar da confirmação directa da imagem que já tinha do estado da nação, no que respeita aos seus representantes parlamentares. Hoje era o último dia de trabalhos antes das férias parlamentares, com uma agenda cheia de debates e votações sobre projectos de lei e petições. Às 10 horas, quando abriram os trabalhos, as bancadas teriam no máximo um terço dos deputados. À medida que os vários oradores, do governo e dos partidos, tomavam a palavra, aquilo a que se assistia era o seguinte: dos escassos presentes, ninguém parecia estar a ouvir absolutamente nada; uns levavam o portátil e mandavam mails, outros falavam ao telefone, uns conversavam em pequenos grupos, alguns de costas viradas para o orador, outros liam tranquilamente os jornais: diários, desportivos, etc. Apenas interrompiam estas actividades para aplaudirem maquinalmente o orador do seu partido, voltando depois ao mesmo.Foi só por volta do meio-dia que o hemiciclo se começou a compor e só então chegaram as figuras mais relevantes e as caras mais conhecidas dos vários partidos, com ar descontraído, palmadinhas nas costas e sorrisos cúmplices para os seus correlegionários. Foi por essa altura que a petição relativa ao Tibete começou a ser discutida. Quando a deputada do PS começou a apresentar o relatório sobre a situação no Tibete, elaborado a partir das reuniões que o grupo parlamentar dos Negócios Estrangeiros manteve connosco, o ruído das conversas era tal que ela teve de parar por duas vezes e o próprio Presidente da Assembleia, Jaime Gama, de pedir silêncio aos "senhores deputados". Sem qualquer efeito. O ambiente era igual ou pior ao de uma turma das mais indisciplinadas do ensino primário ou secundário. Em abono da verdade, ressalve-se que só a bancada do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista mantinha relativamente maior silêncio e compostura.Após a apresentação das várias matérias em debate, nestas circunstâncias de total alheamento e desrespeito mútuo, ia-se seguir a votação. Levantei-me e vim-me embora. Estava elucidado e só pensava que, após dois mandatos de quatro anos nesta vida, saem de lá com belas reformas para sempre. Estou esclarecido sobre o estado da nação, espelhado no seu Parlamento, que deveria ser-lhe exemplo. Só pergunto, a mim e a vocês, se são estes os nossos representantes, se são estes que queremos como representantes. É isto democracia, partidocracia ou mediocrecracia? E o que fazemos?

Sexta-feira, 4 de Julho de 2008

O que é o mal? Aquilo que já viste muita vez. De resto, a tudo o que acontece afivela esta observação: é o que estás farto de ver. Em suma, acima e abaixo encontrarás as mesmas cenas, que enchem as histórias, antigas, as intermédias, as contemporâneas, cenas de que estão cheias, hoje ainda, as nossas cidades e casas. Nada de novo. Tudo é banal e efémero.

Marco Aurélio (Pensamentos)

Terça-feira, 24 de Junho de 2008

Nos seus festivais, os lacedemónios punham bancos à sombra para os estrangeiros se sentarem; eles sentavam-se em qualquer parte.

Marco Aurélio

Sábado, 14 de Junho de 2008

. Um discípulo da sabedoria que busca o bem estar não é um verdadeiro discípulo da sabedoria.

. O sábio pratica três virtudes que me fazem falta: perfeito, por nada se aflige; prudente, não cai em erro; corajoso, nada tem a temer.

Confúcio

Segunda-feira, 9 de Junho de 2008


«Seja qual for o nosso objectivo, eu não quero manchar as armas sagradas e abandonar meus camaradas. Eu quero combater pelo que é grande e sagrado, só ou com muitos mais. Não quero atraiçoar a minha pátria por muito que me tentem. Devo escutar sempre os chefes e acatar as leis actuais e futuras, pois é o povo que as cria. E se alguém trata de abolir as leis, ou desobedecer, não poderei admiti-lo sem intervir, só ou com todos os demais. Eu devo honrar as crenças de meus pais. Que os deuses sejam minhas testemunhas!»

Juramento dos efebos atenienses